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Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, morre em SP aos 68 anos.

  • Foto do escritor: radioacordavidavix
    radioacordavidavix
  • há 7 minutos
  • 2 min de leitura

Lendário camisa 14 da seleção brasileira foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no país.


O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal em sua casa.

Ele foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), próximo de onde morava, em Alphaville. Segundo a Prefeitura de Santana do Parnaíba, "foi encaminhado ao hospital pelo serviço de resgate, já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida". A causa da morte não foi divulgada.


Em nota, a família de Oscar lamentou a morte e lembrou sua trajetória. O velório e enterro serão restritos à família e amigos. Oscar deixa a esposa e dois filhos.


"É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo. Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.


Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo. A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.


Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória."


No dia 8 de abril, Oscar foi dos homenageados pelo Comitê Olímpico do Brasil na cerimônia do Hall da Fama, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Segundo o jornal "O Globo", o ídolo não esteve presente no evento porque se recuperava de uma cirurgia. Com isso, foi representado por seu filho Felipe Schmidt, que falou sobre a emoção de ter o pai celebrado pelo COB.

"A gente está honradíssimo de estar aqui nesse momento, porque a gente sabe de tudo o que o meu pai se dedicou ao basquete, principalmente a seleção brasileira e ao COB, porque uma das suas maiores felicidades era defender o Brasil nas Olimpíadas. Estar aqui para receber essa homenagem é o último capítulo de uma carreira cheia de vitórias", disse Felipe Schmidt.


Fonte: G1

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